Linha de cuidado para tumor de hipófise
Personalizar o tratamento e ainda oferecer a tecnologia de ponta para o bem-estar e recuperação total do paciente
O tratamento adequado, com a remoção do tumor, devolve a qualidade de vida ao paciente. O constante avanço da medicina e o desenvolvimento de equipamentos de imagem de alta definição proporcionaram uma grande evolução nas cirurgias de tumores da base do crânio, consolidando a cirurgia endoscópica transnasal como um procedimento minimamente invasivo muito seguro.

Abordagem precisa e com empatia
Conheça a cirurgia minimamente invasiva de base de crânio
O tratamento para o tumor da hipófise é cirúrgico, podendo ser minimamente invasivo. Em alguns casos específicos, o tumor pode afetar a produção de prolactina ou do hormônio do crescimento (GH) e nesses casos pode haver a indicação para o tratamento medicamentoso. As cirurgias de tumores da base do crânio são realizadas pela técnica endoscópica transnasal, um procedimento pouco invasivo e muito seguro.
O cirurgião consegue ter uma visão detalhada do tumor, glândula e estruturas neurovasculares adjacentes através de um microscópio cirúrgico introduzido pelas narinas do paciente. Com o auxílio de um neuronavegador, que funciona como um GPS, o o tumor pode ser retirado sem nenhum comprometimento estético, preservando a anatomia e a fisiologia do nariz e proporcionando maior conforto pós-operatório para o paciente.

Diagnóstico
Diagnóstico preciso para um tratamento assertivo
No Hospital Moriah, o Centro de Diagnóstico por Imagem (CDI) tem profissionais especializados no diagnóstico dos tumores de base do cérebro. A jornada deste paciente até chegar ao Moriah pode incluir diversos exames, mas os mais importantes e que são realizados em nosso CDI são:
- Ressonância magnética (RM) do cérebro: principal exame de imagem para visualizar a hipófise e detectar tumores.
- Tomografia computadorizada (TC): pode ser solicitada para o planejamento cirúrgico.
- Exames hormonais no sangue e urina: avaliam os níveis de hormônios hipofisários e periféricos (prolactina, GH, ACTH, cortisol, TSH, T3, T4, LH, FSH, testosterona/estradiol).
Sobre a condição
O que é o Tumor da Hipófise?
A hipófise (ou pituitária) é a principal glândula do nosso corpo. Está localizada na base do crânio, abaixo do cérebro, e é responsável por regular o funcionamento de diversas outras glândulas que produzem hormônios importantes, como a tireoide e as suprarrenais.
Os tumores de hipófise surgem quando há o crescimento desordenado das células desta região. Também conhecidos como adenomas hipofisários, eles representam entre 10 e 15% dos tumores intracranianos e, na grande maioria das vezes, são benignos.
Os adenomas da hipófise crescem lentamente, pressionando o nervo óptico e podendo causar a perda total da visão.
Essas alterações na visão levam, muitas vezes, os pacientes a procurarem o serviço oftalmológico – mas, infelizmente, nem sempre se chega ao rápido (ou correto) diagnóstico.

Como faço para saber se esse é o meu caso?
Converse com nossos médicos e descubra a melhor recomendação para o seu caso.
Equipe médica
O segredo está na alta especialização de um time pioneiro no país nesta técnica minimamente invasiva
O fato de ser um tumor raro confere a essa doença a dificuldade na especialização. Por isso, um Instituto que oferece profissionais que são referência no Brasil e no mundo na cirurgia destes tumores faz a diferença na hora do diagnóstico, tratamento e no controle pós-cirúrgico.

Coordenador do Instituto da Hipófise (à esq)
Dr. Pedro Paulo Mariani (CRM/SP 84.339)
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